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sábado, 28 de fevereiro de 2015

TRISTEZA


 
   Porque vieste tristeza, encher meu coração de mágoas. Tu me trouxeste tristeza, em vez de me ajudar, promete-me que nunca mais me farás ficar triste, por isso te peço tristeza vai para longe e não invadas o meu pobre coração. Hoje perdi mais uma flor do meu eterno Jardim, adeus amigo Vilela mais uma vez meu coração ficou a chorar, mas o que mais me dói é ver-te partir, e eu ao teu funeral ter que assistir. Ó! Que dor tão grande que não sei se vou resistir.
   
      Mas tudo farei, para não chorar, mas não sei se vou aguentar, todas as pessoas que deixas, esposa filhos família e amigos vão sentir a tua falta, mas sempre ouvir dizer, que Deus escreve direito por linhas tortas. Deus fez o que achou melhor para ti: porque  meu amigo estavas a sofrer, e Deus não te queria ver sofrer, por isso te chamou para junto Dele! Descansa em paz meu amigo e pede ao Senhor pela tua família e amigos. 
     
   Como todos nós sabemos não somos eternos neste mundo, apenas somos peregrinos a caminho da Pátria Celeste. Quando chegar a nossa hora, partiremos para o Pai, e de novo nos encontraremos na Pátria Celeste juntos de Deus Pai. 

Tristeza 

O meu coração está triste...
E escuro como a noite;
Hoje perdi mais uma:
Das minhas eternas flores.
Partiu para sempre...
Jamais nos veremos;
Nesta vida terrena: 
Adeus eterna flor.
Deixaste muitas pessoas tristes...
E com grandes saudades tuas;
Deixaste esposa e filhos:
Família e amigos.
Mas tinha que ser assim...
Porque foi assim que Deus quis:
Adeus eterna flor?
Até ao dia em que nos encontremos.
Na Pátria celeste junto de Deus Pai.
Adeus eterna flor...
Partiste!
Mas não deixarás de estar.
Dentro do meu pobre coração.

Autor Santa Cruz (Diácono Manuel Gomes)
  
Direito do autor @reservado

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A BELA INÊS

  Esta bela Inês é a mesma senhora para quem escrevi um poema com o Titulo Mulher de Olhar Meigo. Tenho uma pequena história passada entre mim e ela, que foi no ano de 1990, cerca das 10h00 da manha, quando ai com os amigos tomar café. Ao atravessar a rua na passadeira, vinha esta senhora na altura uma jovem estudante com algumas amigas, e um dos colegas ao passar por ela, deu-lhe uma palmada no rabo e eu que ai a seguir levei uma chapada dela na cara, a menina nessa altura só faltou pôr-se, de Joelhos a pedir-me desculpa.

   Voltei a encontrar esta menina, mas desta vez já uma senhora, que viajou comigo do Porto para Lisboa no comboio Intercidades as 06h52, do dia 14 de Janeiro de 2010, viajava-mos em 1ª classe eu de um lado da carruagem e ela outro, vi que a senhora olhava constantemente para mim, mas não liguei. A certa altura reclinou-se para trás no banco, cobriu-se com um casaco e adormeceu. Fui ao bar de volta peguei, num bloco de apontamentos que trago sempre comigo, e comecei a escrever, depois de ter escrito o poema olhei para ela e decidi por como titulo: Mulher de Olhar Meigo. 

    Quando cheguemos ao destino estação de Santa Apolónia, já junto a porta de saída a senhora me perguntou: o senhor não me conhece, eu respondi não? Então a Inês me começou a explicar o que se tinha passado a cerca de vinte anos atrás, fui ai que eu, novamente me lembrei, e a Inês novamente me pediu desculpa. Já na plataforma da estação ela me disse o seu nome, que era tradutora e intérprete de Línguas, e que ai para o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Despediu-se de mim e cada um foi à sua vida. Acabamos por dar o nosso contacto um ao outro, e eu de volta ao Porto nesse mesmo dia escrevi o poema que se segue.

A Bela Inês

Oh! Bela e doce Inês…
Com o teu lindo sorriso:
Mulher de olhar terno e meigo;
És uma bela flor;
És uma mulher bela: 
Com porte de rainha.
Oh! Bela e doce Inês…
Diz-me lá outra vez;
Se tu és a bela Inês:
Como posso eu saber?
Que tu és a bela Inês. 
És mulher alegre e divertida…
Aberta de coração e alma;
És mulher desinibida:
 E cheia de amor e paixão.
És e serás para mim…
A bela Inês;
De um doce coração.

Autor: Santa Cruz (Direito do autor @reservado)